Como otimizar processos sem perder qualidade?

A cada dia cresce o investimento em setores capazes de reduzir custos sem perder a qualidade.
Não basta ter um produto barato, ele precisa atender as exigências legais e se destacar no mercado.
O ideal é pensar em esteiras ágeis e eficientes, como no caso de algumas montadoras que há muito tempo utilizam processos inteligentes para reduzirem o tempo e preservarem a qualidade no processo de montagem do produto.
E como essas empresas se destacaram?
A chave do sucesso dessas empresas foi investir em treinamento para capacitação de pessoas em modelos de gestão ágil.
Para tornar as esteiras mais eficientes, foi necessário pensar no que gerava retrabalho e desperdício, utilizando processos que identificassem:
Gargalos na produção;
Custos fixos e variáveis;
Desvios operacionais;
Distribuição de tarefas;
Padronização dos processos;
Uso e eficiência das tecnologias;
Retrabalho e desperdícios.
Esse diagnóstico permite identificar o que realmente impacta os resultados e direcionar os esforços para onde existe maior potencial de melhoria.
Como conseguiram se manter?
Com o tempo, empresas precisaram pensar em mecanismos que tornassem os processos não apenas mais ágeis, como também sustentáveis.
Empresas que se destacaram tinham mais controle de suas esteiras e conseguiam reduzir o custo da matéria-prima.
Ninguém quer um produto que se deteriore com facilidade e acabe se tornando mais caro, não é mesmo?
Pensando nisso, essas empresas buscavam matéria-prima que tinham um baixo custo e qualidade.
Como a cultura sustentável pode ajudar?
Acredite, não é fácil mudar a cultura de uma empresa, mas isso faz toda diferença para atingir melhores resultados.
Capacitação é fundamental, no entanto, se não fizer parte da cultura da empresa pensar de maneira sustentável, todo investimento vai pelo “ralo”.
A redução dos custos está intrinsecamente ligada a eliminação de desperdícios e maximização de resultados.
Para reduzir desperdícios, as empresas precisam pensar em tudo que impacta seu processo, como, por exemplo:
Mapear todos os processos internos para identificar gargalos e ineficiências;
Investir em ferramentas que tenham o controle de gastos fixos e variáveis;
Analisar o fluxo de caixa mensalmente para detectar desperdícios.
Se tornar competitivo no mercado depende de uma gestão que invista em metodologias para entender esses gap’s, como 5S, Kaizen e Kanban.
Mapear os processos, definir objetivos claros, automatizar tarefas, padronizar fluxos de trabalho e investir na melhoria contínua, pode aumentar a produtividade e, ao mesmo tempo, reduzir custos operacionais.
Mais do que tornar seu produto competitivo é necessário focar na qualidade do seu produto ou serviço e construir processos capazes de sustentar o crescimento da empresa no longo prazo.


